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Como funciona a declaração de bens no Imposto de Renda quando você tem dívidas

Como funciona a declaração de bens no Imposto de Renda quando você tem dívidas ChatGPT Image 23 de jul. de 2026 19 56 48

Quem tem dívidas ativas na virada do ano precisa ficar atento: dependendo do valor, a Receita Federal exige que elas sejam informadas na declaração do Imposto de Renda — e esquecer isso pode gerar mais dor de cabeça do que a própria dívida.

É obrigatório declarar?

Sim, mas com um limite específico: só é obrigatório declarar dívidas ou saldo devedor de empréstimo quando o valor for superior a R$ 5.000 na data de 31 de dezembro do ano-base.

Quais dívidas entram nessa ficha

Como isso se conecta com a declaração de bens

Declarar as dívidas funciona como uma espécie de justificativa complementar do patrimônio. Se você adquiriu um bem de valor alto sem declarar o empréstimo usado para comprá-lo, a Receita pode entender que os recursos usados não foram declarados, criando uma inconsistência patrimonial que aumenta o risco de cair na malha fina.

Financiamentos são diferentes

Financiamento de imóvel ou veículo não entra na ficha de dívidas e ônus — ele é declarado na ficha de “Bens e Direitos”, informando apenas o valor já efetivamente pago até o fim do ano, e não o saldo devedor total do contrato.

O que acontece se não declarar

A omissão de dívidas relevantes pode levar a declaração à malha fina, exigindo comprovação da origem dos recursos usados em compras e aumentando o risco de multas — vale sempre reunir os extratos e contratos de empréstimos ativos antes de preencher a declaração.

Fontes: Santander.

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