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Empréstimo consignado do INSS: regras, teto de desconto e cuidados com golpes

Empréstimo consignado do INSS: regras, teto de desconto e cuidados com golpes ChatGPT Image 23 de jul. de 2026 19 53 09

O consignado do INSS passou por mudanças importantes nas regras em 2026, criadas justamente para reduzir o endividamento excessivo de aposentados e pensionistas e dificultar a ação de golpistas que se aproveitavam desse público.

Como ficou a margem consignável

Antes, a margem total disponível era de 45% do benefício, dividida entre empréstimo consignado (35%) e cartões de crédito e benefício (5% cada, separadamente). Na nova estrutura de 2026, todos os produtos passaram a competir dentro de um limite único de 40% — o que, na prática, reduziu o espaço disponível para quem já tem cartões consignados ativos, mesmo sem uso: um benefício de R$ 2.000 com dois cartões ativos, por exemplo, passou a ter cerca de R$ 600 disponíveis para empréstimo, contra R$ 700 no modelo anterior.

O teto de juros

A taxa máxima permitida para o consignado do INSS permanece em 1,85% ao mês — um valor que continua bem abaixo do praticado em empréstimos pessoais ou no cartão de crédito comum.

Novas proteções contra golpes

Cuidados que continuam valendo

Mesmo com as novas proteções, vale acompanhar regularmente o extrato de descontos do INSS pelo aplicativo Meu INSS, desconfiar de qualquer contato por telefone oferecendo empréstimo consignado, e nunca fornecer senha ou dados bancários por ligação — nenhum banco legítimo pede isso dessa forma.

Fontes: Nubank.

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